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Eleições do Sintro nas mãos do Ministério Público

Escrito por Diário de Natal
14/02/2012

Edição nº 14 Tuesday, 14 de February de 2012
Fechamento: 19:21


Em reunião com representantes das quatro chapas que disputam a eleição do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários (Sintro/RN), o procurador regional do Trabalho, José de Lima Ramos, analisa quais desdobramentos serão dados ao pleito. O processo eleitoral já foi suspenso pela juíza Lisandra Cristina Lopes, da 7ª Vara do Trabalho de Natal, onde tramitavam três processos judiciais referentes ao assunto. Até o fechamento desta edição, o Ministério Público não havia decidido os rumos da eleição.


Cabe ao procurador José de Lima Ramos definir sobre a impugnação de chapas. Foto: Eduardo Maia/DN/D.A Press
A polêmica gira em torno de uma série de questionamentos das três chapas de oposição com relação ao encaminhamento do processo eleitoral. O ponto crucial é a inclusão de motoristas que trabalham em empresas prestadoras de serviço de prefeituras municipais e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) como votantes. A chapa 1, que representa o atual presidente Nastagnan Batista, alega que eleições anteriores tiveram participação destes profissionais e defende a permanênciados mesmos como participantes do pleito.

Já as três frentes de oposição - chapa 2 (Júnior Rodoviário), chapa 3 (Gilberto Fonseca) e chapa 4 (Orlando Jacob) - querem a exclusão dos votantes baseados no Estatuto do Sintro/RN. O advogado da chapa de situação, Walter Pereira, alega que além de eleições anteriores, nas quais Júnior Rodoviário, candidato da chapa 2, recebeu votos de motoristas de prefeituras municipais, um acordo coletivo e uma convenção coletiva reforçam a tese de que os profissionais contestados estão aptos a votar.

Na contramão, os advogados Manoel Frederico (chapa 2), Edvaldo Leite (chapa 3) e Luís Gomes (chapa 4), argumentam que o erro histórico não pode continuar nesta eleição. "O registro não justifica continuar nesse caminho", disse Luís Gomes. Quanto à convenção e acordo coletivo, o advogado afirma que se tratavam de situações extraordinárias em que o sindicato buscava mais representatividade.

Cabe ao procurador José de Lima Ramos definir sobre a impugnação de chapas e eleitores; a nulidade da composição da comissão eleitoral; a disponibilidade de listas dos eleitores; o dia da eleição e a forma de sua realização; locais e quantidades de urnas.

Consequências

A briga interna do Sintro/RN já resultou em paralisação de representantes da categoria no último dia 23 de dezembro na frente do sindicato, na avenida Rio Branco. Na ocasião, o trânsito ficou parado das 9h ás 11h até a Polícia Militar intervir e resolver a situação. Na data, uma assembleia era realizada para escolher os componentes da comissão eleitoral, por sinal, um dos pontos polêmicos do embate.

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