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1º de Maio, Dia do Trabalhador

Escrito por Jornal de Hoje
01/05/2012

Edição nº 1 Tuesday, 01 de May de 2012
Fechamento: 17:38


Presidente da Central única dos Trabalhadores (CUT/RN) José Rodrigues, aponta um fator preponderante para as dificuldades enfrentadas atualmente pelos servidores públicos tanto em nível estadual, quanto em nível municipal e federal, o chamado Direito Econômico Sustentável.

 

“Foi a partir dele que se tirou o direito dos trabalhadores para manter as contas públicas. Os gestores não têm mais responsabilidade ou obrigação social, em melhorar a condição do trabalhador, mas sim manter as contas públicas em dia e, para isso, podem fazer todo o tipo de corte e/ou não dar melhorias salariais”, avaliou.

 

José Rodrigues aponta também que está havendo cada vez mais discussão política nos sindicatos e menos união entre as classes. “O grande problema para toda negociação é que se criam três sindicatos por dia no Brasil”, afirmou. José Rodrigues ressalta ainda que neste Dia do Trabalhador, por exemplo, foi até sugerido um grande evento unindo os trabalhadores, mas os sindicatos preferiram fazer eventos menores, com “discussões políticas internas que não levam a nada”, do que realmente se unir.

 

“Estamos caminhando para uma situação onde as leis defendem os trabalhadores começam a sofrer questionamentos, mas estaremos prontos para enfrentá-los e buscar a consolidação de tudo isso que os trabalhadores lutaram para conseguir durante anos”, afirmou José Rodrigues.

 

Além disso, o presidente da CUT no estado lembra ainda que tanto os gestores públicos, quanto os patrões nos empregos privados, não têm o menor interesse em negociar. “Eles querem o lucro, apenas isso. Não se preocupam com o bem estar do trabalhador. Parecem não saber que um trabalhador feliz, satisfeito, com mais condições de trabalho, produz muito mais e melhor”, avaliou.

 

Outro problema grave enfrentado, este principalmente pelos funcionários públicos, é a questão da judicialização das greves, que minam ainda mais o direito do trabalhador. “Ninguém gosta de fazer greve, mas ela é uma forma de reivindicação legal que é utilizada sempre em último caso. O problema PE que ela tem sido condenada pela Justiça, que tem determinado aos sindicatos o pagamento de multas diárias que terminam por inviabilizar esse tipo de reivindicação de direitos”, afirmou José Rodrigues.

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